Decorar + harmonia = Bem Estar

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Se você tem um apartamento, então leia o artigo é feito a pensar em ti.


 Transformar pequenos espaços num local acolhedor e bacana não é fácil, às vezes é necessário ajuda de um profissional da área. Dando-te suporte para executar aquilo que você sonha ou planeja.


 Em um apartamento tem normalmente espaços menores, mas com a decoração certa, pode ganhar uma dimensão extra.


Na decoração de um apartamento oque comanda serão a simplicidade, funcionalidade e o uso de tons agradáveis.

Num apartamento, a decoração ganha uma importância bastante grande, pois além do ambiente e do aspecto, é igualmente fundamental tornar todo o espaço prático e funcional.

Seu bem estar estará garantido se tiver móveis com linhas direitas, sem grandes detalhes, e funcionais, ajudarão a aproveitar de forma eficaz e proveitosa o espaço do seu apartamento. 


O aproveitamento do espaço num apartamento é essencial. Acomodar roupas, brinquedos e utencilios não são facil, mais com um bom planejamento e bom senso voce conseguira ter um apartamento belo e funcional.

Cores claras e sóbrias caem bem também, como forma de dar cor e personalidade a uma decoração mais minimalista.

 Almofadas coloridas e com estampas, bem como quadros para as paredes daram o contra ponto dando destaque e alegria no local.


terça-feira, 26 de agosto de 2014

Os benefícios da massagem vão muito além do relaxamento.

Estava lendo esse texto e não me contive em compartilhar a ideia de fazer isso numa pessoal especial.
Que tal fazer em seu "AMOR" ele irá adorar!




Os resultados positivos de uma boa massagem são conhecidos desde antes da passagem de Jesus pela Terra. Consta na história que Hipócrates (460 a 377 a.C.) já fazia uso de técnicas de massagem em seus tratamentos.

Esta sensação prazerosa de relaxamento que se sente após uma boa sessão de massagem é algo com que nosso corpo e nossa mente não estão acostumados a vivenciar.


O corpo com a musculatura inflada pelo aumento do fluxo sanguíneo, nos vasos intramusculares, fica relaxado, com os músculos totalmente distensionados, e esta nova condição do corpo muscular e sistema circulatório irá progressivamente promover alterações benéficas no corpo físico pelos dois ou três dias seguinte à sessão de massagem.

O corpo energético, por sua vez, também se torna mais harmonizado após uma boa massagem. Esta prática promove a desobstrução dos canais de circulação de energia do corpo energético, o que no momento seguinte à sessão de massagem, dará a sensação de leveza e paz interior, e nos dois a três dias subsequentes promoverá um realinhamento dos corpos energéticos o que não só prolongará a sensação de bem-estar como também reforçará o sistema de defesa do organismo.





Para fazer uma boa massagem é importante preparar o ambiente, criar um espaço com pouca luz, música ambiente bem suave e uma aromatização agradável.

Então, com a pessoa deitada de barriga para baixo, com os pés apoiados sobre uma almofada, coloque-se de frente para a planta (sola) dos pés dela.

Com um algodão embebecido em uma loção anticéptica, passe suavemente na planta de ambos os pés, fazendo uma agradável assepsia. Em seguida esparrame uma fina camada, de creme hidratante próprio para massagem, deslizando com a palma das mãos na sola do pé esquerdo.





Continuando esses mesmos movimentos, vá gradativamente aumentando a pressão na planta e no peito do pé ao mesmo tempo. Faça isso por aproximadamente dois minutos. Com o polegar da mão direita execute movimentos circulares na parte posterior do "dedão" e com o indicador apoiando sobre a unha do mesmo "dedão", ao mesmo tempo faça o mesmo movimento com a mão esquerda no "dedinho" do mesmo pé. Repita os mesmos movimentos com as duas mãos nos dedos centrais.





Deslize ambos os polegares para a planta dos pés com os demais dedos dando apoio no peito do pé. Inicie movimentos semicirculares com o polegar esquerdo partindo do meio do pé para a lateral esquerda do pé e o polegar direito partindo do meio do pé até a lateral direita do pé. Comece esse movimento bem próximo dos dedos e repita-o sequencialmente até próximo ao calcanhar por aproximadamente dois minutos.

Com os dois polegares  juntos, faça deslizamentos da parte interna do pé até a parte externa. Em seguida apoie o peito do pé com a mão esquerda e com a mão direita fechada deslize-a com acentuada pressão das falanges proximais (primeira parte dos dedos a partir do centro da mão). Repita essa manobra por quatro ou cinco vezes.





Junte as duas mãos e cruze os dedos, distancie as palmas deixando os dedos cruzados e envolva o calcanhar no meio das mãos, deslize-as suavemente pela lateral do calcanhar até os maléolos (ossinhos saltados acima dos calcanhares). Repita esse movimento em vai e vem por cinco vezes.

Continuando com as mãos pressionando lateralmente os calcanhares faça pressão com os polegares na base do calcanhar em movimento


semicirculares.

Envolva a parte externa do calcanhar com a mão esquerda e com a palma da mão direita pressione fortemente a base do calcanhar girando o pulso para direita e para a esquerda. Para finalizar estenda a mão esquerda sobre a planta do esquerdo e balance suavemente o pé.

Repita no pé direito todos os movimentos na mesma sequência invertendo a posição das mãos.

Com certeza a pessoa que estará recebendo a massagem  já está bem mais relaxado.





Esta é apenas uma das muitas sequências possíveis, com apenas algumas das muitas manobras possíveis de trabalhar os pés.

Imagine poder trabalhar todo o corpo das pessoas com uma grande variação de manobras adequadas para cada região do corpo.

( retirado do texto de Ronaldo Cardim)

Oque somos realmente !?


Nós não somos o corpo.

Nem somos as emoções.

 Não somos nossos pensamentos.


 
 
 
Somos o espírito do amor, neste momento, aqui no planeta Terra, aprendendo como expressar a nossa verdade, o nosso saber divino, que é a nossa luz.

 Existem duas vibrações negativas que prendem mais as pessoas do que qualquer outra força, energia ou situação.

 Elas nos mantêm amarradas à roda da vida, forçando-nos a vivenciar justamente aquilo que queremos evitar, elas nos impedem de elevar nossa consciência a níveis mais elevados de prosperidade.

 

 
Uma dessas vibrações negativas é a hostilidade em relação a outros e a outra é a auto piedade. Elas estão diretamente relacionadas com controlar, ou com ser controlado, e precisam ser equilibradas.

 Muitas pessoas se sentem orgulhosas de suas opiniões negativas a respeito dos outros, outras ficam chafurdando em seus sentimentos de vítimas deste mundo e se recusam a soltar-se deles.

 Essas são as primeiras energias com a quais temos que lidar.

Quando as descobrimos em nossas vidas, precisamos realizar bem esforço para sair de suas vibrações, temos que ter a força de vontade de ajudar e amar os outros para, dessa forma, elevarmo-nos e nos libertarmos.

Se não formos capazes disso, iremos nos manter dentro das leis universais de causa e efeito. Nele aceitamos o infortúnio e o castigo em nossas vidas, somente por não conseguir reconhecer que somos capazes de superar esses padrões de hábitos negativos.

Robert Happé.

 

O Poder do Hábito.





 A Toda a nossa vida na medida em que tem forma definida, não é nada além de uma massa de hábitos.
Aprenda o que é um hábito, como ele se forma e como mudá-lo.
Enquanto eu estava realizando  pesquisas sobre identidade (responder à pergunta “Quem eu sou?”) eu fiz esta pergunta para diversas pessoas.
A resposta mais comum é a identificação com o trabalho.
Eu sou pedreiro.
Eu sou enfermeira.
Eu sou músico.
Eu sou cabeleireira…


É fácil de observar que você é o que você faz, ou seja, você associa o que você faz com quem você é, mas apenas o que você faz com frequência.
Se eu toco violão uma vez, não vou dizer que sou músico.

Se  tento cortar ou pintar o cabelo de alguém uma vez, não vou dizer que sou cabeleireiro. Quer dizer, é o hábito que faz o monge.
O hábito corresponde à frequência do nosso título:

 “Você é o que você faz como hábito”.

 Outra resposta que as pessoas frequentemente dão à pergunta “Quem eu sou?” são adjetivos. Eu sou uma pessoa feliz.
Eu sou uma pessoa divertida.
Eu sou um palhaço.
Eu sou sério.
E, de igual modo, ao associar o ser a um adjetivo, estamos fazendo referência ao que fazemos com frequência. Se você é uma pessoa séria e conta uma piada a cada ano, ninguém vai dizer que você é um piadista. Agora se toda ou quase toda vez que você encontrar alguém você contar uma piada, dirão que você é engraçado, que você é um palhaço.


 Portanto, se acabamos associando quem nós somos com o que fazemos com frequência, se mudarmos um hábito também poderemos mudar para melhor quem acreditamos que somos.

 O Poder do Hábito.
“Toda a nossa vida na medida em que tem forma definida, não é nada além de uma massa de hábitos”. (William James)

O Poder do Hábito, escrito pelo jornalista Charles Duhigg,


Em síntese, o hábito é formado a partir de 3 elementos:

a) Deixa:  A deixa é um elemento que desperta uma dica para que o circuito do hábito inicie. Pode ser um horário do dia, uma palavra, um lembrete no celular. Como define Duhigg, “um estímulo que manda seu cérebro entrar em modo automático, e indica qual hábito ele deve usar”.

b) Rotina: A rotina é a repetição quase idêntica do comportamento, mas também pode ser um ato mental ou emocional. A rotina pode ser constituída de elementos simples, como escovar os dentes ou complexas, com dirigir, escrever um texto como este, falar em público.

 c) Recompensa: E, por fim, há a recompensa, que é um elemento que permite ao cérebro associar à deixa e à rotina um aspecto positivo, agradável, interessante. Em princípio, o sujeito pode nem se dar conta de que há uma terceira parte no hábito que é positivo, agradável, interessante. Por exemplo, se você escova os dentes de determinado jeito todos os dias, é provável que você nem note.





 Mas em termos do funcionamento do cérebro, todo o circuito em três partes do hábito é uma grande economia de energia. De acordo com os neurocientistas, 40% dos nossos comportamentos diários são hábitos.
Ou seja, quase metade do nosso dia, fazemos coisas, realizamos as mais intricadas atividades até as mais simples, no automático, sem nem perceber o que, como ou até porquê estamos fazendo aquilo – daquele jeito.
 Na medida em que o hábito é uma grande economia de energia, ele é uma vantagem para a nossa vida. Porém, o funcionamento do cérebro que é responsável pelos hábitos (os gânglios basais) não consegue identificar se um hábito é bom ou ruim.
Então, depois de termos visto que associamos quem somos com o que fazemos frequentemente e termos começado a estudar o que é um hábito e como ele se forma, talvez fique a pergunta: Como mudar um hábito?
 Sabendo como é o modo de operação de um hábito, já temos uma incrível pista para a criação de um novo hábito.




 Primeiro, temos que selecionar uma deixa e uma recompensa. Digamos que você queira caminhar todas as tardes.
A deixa pode ser o horário, às 18 horas, a rotina será caminhar e a recompensa, inicialmente, pode ser qualquer recompensa que você achar prazerosa, como tomar um banho mais demorado depois, comer uma barra de cereal ou ouvir aquela música que te diverte.
O segundo passo é fazer todo este processo repetidamente durante um período de 21 dias. 21 dias é, de certa forma, um número arbitrário.
Mas três semanas é um tempo suficiente para que o cérebro guarde o novo hábito para sempre.
Ao ter a deixa, haverá uma grande tendência a realizar o comportamento.
Como se diz, os começos são difíceis, mas depois tudo fica mais fácil.
Com um novo hábito é a mesma coisa.
 No começo é difícil, porque é um novo processo.
Depois realizaremos o novo hábito sem nem pensar mais que houve um dia um começo difícil.



Assim, se você mudar um hábito com sucesso, verá como é fácil de verdade mudar um hábito. Se você mudar um hábito, terá a chance de mudar uma área de sua vida: exercícios físicos, boa alimentação, sono, estudo, trabalho. Ao mudar uma área de sua vida, você começará a ver que é possível mudar as outras áreas e, assim, você vai através de novos hábitos criando e recriando a sua vida e mudando a definição de quem você é para melhor.

 Um abraço fraterno

 M. Elisete Andia Piedade

            

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Os pendentes estão com tudo!


Eles estão em toda partes !





Do tradicional ao arrojado sempre fazem sucesso.










Usar luminárias de formatos diferentes, mas do mesmo material é uma alternativa ótima para quem quer inovar na iluminação sem cair no exagero.








O pendente como peça decorativa dá um toque especial na decoração de sua casa ou comercio

Ai vão algumas dicas do que esta em alta em iluminação e pendentes.!






Com cores inusitadas deixam alegre a decoração.







Um requinte sempre é bom numa sala de jantar ou num hall de entrada.



            Uma cozinha contemporânea e rústica ao mesmo tempo é uma combinação perfeita com esse pendente de cobre e madeira.




Materiais alternativos também valem ! Olha que graça q fica a licoreira da vovó !


                                          Aço para escritório fica perfeito !




Beijo a todos!